Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009
Because of You ...

Depois ... depois ... agora ainda não ... continuo off.

 

Fica aqui algo bem a propósito.

 

Há coisas que acabam ... mais uma pedra a sepultar-nos devagarinho, mas outras recomeçam ... e estes são um feliz recomeçar.

 

 

Because of you
the tears dead in my eyes
they freeze until I'm blind
the eyes a gift from you

because of you
the scratches on my face
will never be erased
by someone else's warmth

because of you
the winter feeds my heart
while summer blows and burns
my disappearing youth

My looooove is gone
Never feel again
because of loooooove
I feeeeel nothing

because of you
I'll never feel again
the agony of pain
will never bruise or start

Because of you
our passion tends to lead
with all my lovers fate
with pieces from my heart

My loooove is done
never feeeeel again
because of looooove
I feeeeeeeel nothing

Because of looooove
I feeeeel nothing

because of you
because of you
because of looooooove
I feeeeeel nothing
because of looooooove
I feel nothing

 


música: Skunk Anansie - Because of You


Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009
Inté

Ora bem, tenho andado ausente mas ainda estou vivo ... em breve retomarei mas por agora vou continuar ausente mais uns dias ...

 

Sabem o que é, o Verão é incompatível com teclados ... não há paciência e depois a minha casa é um forno para estar sentado frente ao computador a escrever sobre uma palermice qualquer ... ou não.

 

Não ... não pretendo instalar ar condicionado, é um agente fortemente prejudicial à saúde do nosso planeta e também à minha gargantinha ... antes da invenção do ar condicionado, ninguém morreu por falta dele e o ambiente estava mais saudável.

 

Bem, chega, mal aqui venho já começo a perder-me em raciocínios.

 

Voltarei quando estiver mais fresco ... até porque há tanto para dizer.

 

Sim, as férias foram óptimas ... a seu tempo falarei, melhor, escreverei.

Brama

 




Segunda-feira, 29 de Junho de 2009
Rokia & Kimmo

Na noite de sábado, no festival MED, destaque para os meditativos OCO, o grupo português que elevou a espiritualidade do Pátio da Bica.

Na noite de domingo, última da sexta edição do festival, o pátio da Cerca explodiu com o magnetismo desta africana do Mali e respectiva banda, que deram um excelente concerto, de resto o que mais gostei das três noites em que estive presente. Durante hora e meia fiquei colado ao palco e ninguém ousou arredar pé do Pátio da Cerca.

Rokia Traoré, cantora, compositora e guitarrista, conta com quatro álbuns da sua autoria e é já um dos mais importantes nomes da música do continente africano. 

E para encerrar a última noite, Kimmo Pohjonen Uniko da Finlândia. Kimmo Pohjonen é considerado um dos maiores génios na arte de tocar o acordeão, explorando outras formas de utilizar este instrumento musical, ao que parece inovadoras.

 

 

 

 

 

Excertos de Rokia e Kimmo no MED/Loulé

 


música: Rokia Traoré & Kimmo Pohjonen


Sábado, 27 de Junho de 2009

Decorre a sexta edição do Festival MED em Loulé. Fui na quinta-feira.

Os barcelonenses Ojos de Brujo foram uma certa desilusão. O que já conhecia deles, fez-me esperar o melhor, o que não aconteceu. São originais pois introduzem um conceito novo na música alternativa espanhola, aquilo é bailarina de flamenco (excelente por sinal), aquilo é hip hop, aquilo é jazz,  .... ali entra tudo e tudo tem lugar. Os muitos músicos, individualmente resultam  mas, em conjunto, tornam tudo aquilo numa grande confusão. Fiquei um pouco desiludido, embora ache piada ao conceito subjacente.

Os portugueses Mú, mais propriamente da cidade Invicta, foram uma interessante e feliz descoberta. Inspiram- se nas músicas e danças tradicionais europeias e o resultado é ... excelente. Adorei ... adorei ... adorei.

Viva os Mú.

 

Hoje talvez volte e domingo lá estarei. Rokia Traoré aguarda-me.

 


música: Mú - Festival MED


Quinta-feira, 25 de Junho de 2009
TER VOGORMIA

 




Terça-feira, 26 de Maio de 2009
Minimal Compact

Dedicated to ...

 


música: Minimal Compact - Dedicated


Não resisti ...

Aqui está um Homem com H maiúsculo que enfiou aquela pseudo-jornalista, mais lavadeira que jornalista (com todo o respeito pelas lavadeiras) no seu lugar, no lugar em que, há muito já alguém a deveria ter colocado. O bastonário da Ordem dos Advogados Marinho Pinto começa a suscitar muita polémica na classe. Pois claro, está a desnudar a podridão que inunda a justiça, a colocar o dedo nas escaras e isso não agrada a muita gente, sobretudo aos seus coleguinhas de profissão. É muito chato quando alguém começa a "chamar as coisas pelos nomes" e tem a coragem e a frontalidade suficiente de o fazer publicamente, sem avaliar ou ponderar consequências ... é muito chato, pior que sarna para alguns se coçarem, mas felizmente que ainda existem e louvados sejam os poucos que ainda vão aparecendo. Isto mostra que este homem "tem tomates", algo que vai faltando a uma imensa maioria de mediocridades humanas, de lixo que abunda em todas as facções influentes da nossa cena nacional.

Pronto e lá está, foi preciso aparecer este ser para enfiar esta senhora, que efectivamente "viola diária e sumariamente o seu código deontológico" e "envergonha os bons e verdadeiros jornalistas", no seu respectivo lugar, o de uma pseudo-profissional que todos os dias se dispõe a apresentar um "espectáculo degradante disfarçado de jornalismo".

 

Eu que nunca vejo a tvi, tive o golpe de sorte de ver em directo este, também ele, espectáculo degradante, seguido naturalmente de um momento publicitário suficientemente lato que daria para ver a Trilogia do Senhor dos Anéis ... o dragão Guedes precisava de se recompor.

 

Ah, é verdade, vou dar mais uma achegazinha aos milhares de tolices que já ouvi sobre o caso da Professora da Escola Básica 2,3 Sá Couto de Espinho.

 

Não querendo desculpar a senhora que, pela forma como fala e se dirige aos alunos, pelos termos usados, pela arrogância e soberba desnecessárias, exibe sinais evidentes de não estar bem e precisar, acima de tudo, de algum tipo de apoio, ajuda ou acompanhamento (não propriamente de suspensão), há que observar tantos e tantos (entre milhares de outros) factores atenuantes:

 

1º A Professora, apesar da disciplina que lecciona ser História, pode perfeitamente esclarecer os alunos, sempre que assim se afigurar necessário, sobre a temática da Educação Sexual. Claro que, não da forma como o fez nem com os termos que utilizou.

 

2º Há uns tempos atrás, como forma de comprovar o comportamento absolutamente inaceitável dos alunos de algumas turmas de uma escola na área de Lisboa, foram filmadas cenas no decurso das aulas, em que se pode perceber que aquilo é tudo menos uma aula, há agressão física e verbal a professores e colegas, há alunos que nunca se sentam durante toda a aula, entram e saem da sala quando lhes apetece, usam de linguagem ofensiva e agressiva e ... após o caso vir a público, nada acontece às criaturas. Pelo contrário, conclui-se que ninguém tinha o direito de filmar os alunos sem o seu conhecimento e consentimento.

A primeira questão que me surge é: Será que esta professora consentiria que a filmassem naqueles preparos?! ... creio que não.

Poderão dizer que é diferente, a professora tem responsabilidades e deverá ter uma óbvia  boa conduta pessoal e profissional que nada tem que ver com a dos alunos, porque são menores, deverão ser ensinados e educados, etc e tal. Independentemente de tudo, o princípio  aqui em evidência é o mesmo.

 

3º A Ministra da Educação, apoiada em tudo o que põe e dispõe, pelo Primeiro-Ministro, obrigou professores a trabalhar com doenças terminais, sendo que, entre outros, houve uma professora com cancro, impedida de beneficiar de reforma e tendo sido forçada a continuar a leccionar, acabando por falecer. A mesma Ministra da Educação e todos os amiguinhos do mesmo Ministério e de outros, que a apoiam, que ofendem sistematicamente os professores deste país, denegrindo a sua imagem junto da opinião pública, ofendem a classe, minimizam os seus problemas, deturpam os seus pedidos, violam e distorcem os seus direitos profissionais e pior, adulteram no limite as finalidades profissionais para que foram preparados e formados ... parecem continuar todos a "funcionar". Estiveram 120 mil professores na rua a contestar a política educativa e isso teve menos destaque, não foi notícia de abertura de jornais e penso que não terá sido manchete de primeira página dos jornais e seguramente, foi menos badalado e documentado do que esta situação pontual desta professora de Peniche.

O resultado de uma classe quase integralmente na rua, a opor-se ao sistema vigente, foi ... a continuação da nossa Ministra em funções.

Então e a suspensão desta senhora e dos seus concubinos?! ...

Então e o linchamento público do Primeiro-Ministro?! ...

 

Continua tudo igual ... não se percebe.

E depois querem esmagar uma pobre professora de História que às tantas faz os possíveis e os impossíveis para conseguir ir trabalhar todos os dias (porque os professores não beneficiam de imunidade à falta de assiduidade, como os deputados). Às tantas é mais uma daquelas professoras que teve de romper com a relação que tinha há anos, por ter sido colocada a 500kms do marido ou do namorado, ou que está longe dos filhos toda a semana ou até várias, ou de toda a família ... tudo isto para continuar a pôr dinheiro em casa e alimentar a prol, pagar as contas (sempre certas e que não se compadecem com instabilidades profissionais) e a gasolina e o desgaste da viatura (porque o Ministério da Educação não comparticipa nenhuma despesa no desempenho profissional ... já funciona como uma mega-empresa com objectivos e percentagens de sucesso, mas isso ainda não chegou ao telemóvel  e chamadas gratuitas, ao Audi para deslocações até à escola, ou às ajudas no arrendamento de habitação). Poderá ser uma professora cheia de instabilidade psicológica promovida, também ela, pelas medidas doentias do Governo e, em particular, pelo Ministério da Educação. Esta professora, que não tem como fugir ao fisco, que tem todos os mesitos os seus mega-impostos debitados à nascença e não desfruta de quaisquer benefícios sociais por isso, merecia pelo menos que o Ministério lhe prestasse, neste momento tão difícil, alguma espécie de auxílio.

 

A Sociedade que não penaliza corruptos com importantes cargos públicos, empresários de sucesso mega-corruptos e pedófilos políticos e apresentadores de televisão, tem pouca ou nenhuma legitimidade em penalizar esta professora.

 

Brama

 




Quinta-feira, 21 de Maio de 2009
Note to God

 

 

... continua a sublimar os meus sentidos

 

Just Perfect! 




Domingo, 17 de Maio de 2009
Sandra Nurmsalu canta ...

Hungry - Kosheen

Mad World

 




Excesso de Auto-Estima

Diferencias entre nosotros y nuestros hermanos ...

 

Acabou o Eurofestival, o assunto encerra em Portugal ... mais uma vez não ganhamos como sempre, seja a música uma big shit ou a melhor melodia portuguesa já inventada e cientificamente certificada ... o capítulo acaba e passamos à frente.

 

Em Espanha parece que é diferente, os nossos vizinhos põem as mãos nas ancas e vá de peixeirada ainda uma boa parte da noite. Análises e mais análise por todos os entendidos na matéria sobre o espectáculo, os cenários, as cores, as roupas, a apresentação, o desempenho da cantora espanhola e dos bailarinos, a indignação com a pontuação obtida por Espanha no cômputo final e por comparação com outras actuações, observações e mais observações sobre vencidos e vencedores, sistema de votação, previsões, futorologia da carreira dos cantores, ... um exagero infundado de quem, se uma vezes tem mérito por valorizar a sua própria cultura e colocá-la em primeiríssimo plano, por outro, perde toda a credibilidade por sofrer de um excessivo complexo de superioridade, de incapacidade de avaliação isenta do que é qualidade e do que não o é. Como é que é possível a nossa linda Sorayazinha que esteve tão bem, ter ficado em 24º lugar? Como é possível este vexame, esta humilhação do orgulho espanhol, de um 24º lugar num festival cançoneteiro, só à frente da Finlândia, com o seu último lugar? Como é que se obtém vergonhosa posição com um desempenho a roçar a excelência e uma música de qualidade acima da média ... das melhores mesmo? ... uma desgraça, uma injustiça total, Sorayazinha promovida a deusa hispânica por comentadores, público e apoiantes, que choram a sua injusta pontuação ... algo que nunca antes se tinha visto.

 

Por amor de Deus ... a música espanhola era uma merda em três actos. Será que nuestros hermanos não conseguem ver isso?! ... claro que não, porque eles adoram aquelas pimbalhadas cantadas com garra e pujança, com salero ou sem ele. A música espanhola era uma merdança total ... e a letra de uma pobreza que só visto. Não sei se mereceria o 24º posto mas foi seguramente das piores do eurofestival. Mas lá está, a rapariga abanou-se com pujança, os bailarinos acompanharam ... pronto, temos a fórmula para o sucesso e ... ai de quem o conteste. Nestas coisas também há que ser imparcial. Já houve muitos anos em que as músicas espanholas chegaram a figurar nas minhas preferências (há muitos anos atrás), mas nos últimos anos Espanha só tem trazido tretas da pior espécie ao eurofestival.

 

Ao menos, eu sei reconhecer (acho eu), quando uma música portuguesa é boa e está à altura ou quando é péssima (e já tivemos alguns anos em que assim foi).

Neste ano, assim como no ano passado, sem qualquer sombra de dúvida, as músicas portuguesas foram bem melhores que as espanholas.

 

Portugal precisa de valorizar mais a sua cultura e aproveitar melhor o que tem de bom ... é um facto. Mas Espanha também precisa de tirar as palas e começar a ver outros ângulos da coisa e percepcionar outras realidades. Actualmente os países do leste "dão música" à música de nuestros hermanos e merecem melhores pontuações, claro.

 

E agora  ... só porque me irritei, vamos ouvir a nossa prestação no eurofestival e ... observemos como a nossa música arruma com a espanhola.

 




Sábado, 16 de Maio de 2009
Mais um Conto de Fadas ...

Parece que a fórmula se manteve, apesar de ter havido uns ajustes no sistema de votação. O certo é que os vizinhos continuam a votar nos vizinhos e contra factos não há argumentos. Depois há as adulterações à votação pelos emigrantes espalhados pela Europa e, nesse caso, há uma vantagem assustadora para alguns países de leste e para a Turquia.

Desde cedo se notou a vantagem da Noruega com o seu Conto de Fadas e  a partir de determinado momento, deixou de fazer sentido qualquer pontuação que se avançasse pois o destaque tornou-se inalcançável. Felizmente que, ainda assim, era de facto uma das melhores músicas a concurso. Na minha opinião não era a melhor música pois não trazia nada de novo ao que já se ouviu noutros festivais, era uma música mediaticamente vencedora. Seria vencedora justa se não se introduzisse alguma nota de originalidade noutras músicas o que, no caso deste eurofestival, aconteceu noutras músicas igualmente boas.  

No conjunto, o Eurofestival deste ano foi bastante bom e o espectáculo foi, em si, um verdadeiro espectáculo com um palco e cenários extraordinários.

A minha preferência foi destacadamente e, sem qualquer dúvida ou concorrente à altura, a música da Estónia. A segunda preferida foi a da Moldávia; houve outras igualmente boas, mas prefiro esta.

 




Quinta-feira, 14 de Maio de 2009
Rita Guerra no dia da Cidade de VRSA

Além de marcar a suposta aparição de Fátima na Cova da Iria, o dia 13 de Maio é também o dia da cidade de Vila Real de Santo António.

Vila Real de Santo António foi construída pelo Ministro do Rei D. José I, Sebastião José de Carvalho e Melo, mais conhecido por Marquês de Pombal, seguindo a mesma malha urbana (ortogonal) utilizada para reconstruir a Baixa de Lisboa, após o terramoto de 1755. Vila Real de Santo António surge assim, no mesmo local em que antes estava localizada a pequena povoação de pescadores de Santo António de Arenilha e é desenhada por Marquês de Pombal segundo uma malha ortogonal perfeita, tendo como centro, a conhecida Praça Marquês de Pombal. A construção de Vila Real de Santo António iniciou-se a 17 de Março de 1774 e concluíu-se a 13 de Maio de 1776, tendo sido bastante rápida. 13 de Maio é assim, um marco histórico para a localidade algarvia, sendo dia de feriado municipal. Neste dia, tem sempre lugar, já de há alguns anos a esta parte, um cortejo histórico. Hoje além do cortejo histórico, actuou na Avenida da República, avenida que acompanha Vila Real em toda a sua extensão junto ao Rio Guadiana, a cantora Rita Guerra.

Foi a primeira vez que a vi cantar ao vivo. A avaliação foi bastante positiva. Além da sua óptima presença em palco e de ser uma mulher linda e simpática, é dotada de uma excelente voz. Fiquei espantado pela tranquilidade com que canta tão bem, apesar de considerar que poderia ter um reportório mais forte, isto é, que melhor explorasse as suas potencialidades vocais. O concerto demorou 1h40m e a cantora esteve sempre perfeita, as músicas é que começaram a aborrecer um pouco ao fim de algum tempo, porque são muito semelhantes entre si e o tema é quase sempre o mesmo.

Depois do concerto, ainda pude admirar o melhor fogo de artifício que já havia visto (isto porque não vi o do encerramento da Expo'98 que, segundo se reza, foi qualquer coisa de inesquecível).

 

O momento em que a Rita cantou esta música foi, na minha opinião, o momento alto do concerto.

Brama


música: Rita Guerra - Chegar a Ti


Quarta-feira, 13 de Maio de 2009
Jennifer Rush

I Come Undone

Till I Loved You (com Placido Domingo)

E a música que massacrou toda a gente meses a fio em primeiro lugar do Top+, perseguindo-me até nos melhores sonhos




A 13 de Maio ...

 

 

Depois do 13 de Maio, na Cova da Iria,

 

A mentira sustentaste e fiéis somaste,

 

Fátima és milagre financeiro

 

E o Vaticano injectas de dinheiro.

 

 (... a rima está mesmo má, mas a ideia passa)

 

Não vos parece que uma santa montada numa azinheira a dizer a três petizes e analfabetos pastorinhos que a Rússia se converteria à fé católica ou a profetizar uma guerra nuclear é, no limite mínimo, absolutamente anti-pedagógico e de uma crueldade imensa para com três ingénuas e pobres criancinhas e, no limite máximo, mais surreal que uma quadro do Dali?

 

 

 



publicado por Brama às 00:32
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O Meteoro

Foi com prazer que vi o maior meteoro que alguma vez havia visto. Ia a conduzir e até baixei a cabeça, assustado que fiquei com o clarão que iluminou a noite numa fracção de segundos. Um meteoro com um grande rasto de luz atravessou a atmosfera para posteriormente se subdividir em três fragmentos rochosos. Foi bonito de se ver.

 




Segunda-feira, 11 de Maio de 2009
Em tempo de crise, o status é a principal preocupação do Parlamento Português

É nestes filhos da p*** que o povo quer ir a correr votar nas próximas legislativas ?!

Crise?! ... qual crise? ... não há crise nenhuma, aqui está a prova.

Esta, entre muitas outras coisas, é a prova do nosso desgoverno, da nossa pequenez e da efectiva despreocupação desta corja com a situação real do país.




Domingo, 10 de Maio de 2009
Post Prioritário
Se isto não for suficiente para dizermos basta, já não sei o que será preciso mais, para abrirmos os olhos de uma vez por todas.
 
 
 
 Assunto: TODOS os Professores passam a regime de contratados
 
 
 

1. O Governo de Sócrates escolheu como alvo os funcionários públicos. Face à resistência dos médicos, um dos cinco maiores grupos profissionais a trabalhar para o Estado, optou por seleccionar os professores como bodes expiatórios do défice público e dos males da sociedade. A escolha dos professores obedeceu a três critérios: os professores são mais fracos do que os médicos, são o maior grupo profissional do país e podem ser mais facilmente apontados como os culpados da falta de qualificações dos portugueses. E essa acusação agrada a muita gente. É como deitar fogo a uma casa e chamar os bombeiros e acusar de desleixo o proprietário da casa. Sócrates e o resto da elite política que os acompanha sofre da síndrome do incendiário que chama os bombeiros.

 

 Professores com contrato a tempo Indeterminado ( in blog Prof avaliação)

 2. Não havia necessidade de desestabilizar ainda mais a vida de 140 mil professores mas o Governo do PS não se contentou com menos. No seu afã modernista, quis mostrar aos professores o verdadeiro significado das mudanças permanentes. Julgavam que o vínculo laboral lhes trazia segurança? Enganaram-se.

Com a Lei 12-A/2008, todos os professores dos quadros escola (QE) e de zona pedagógica  transitam para contratos por tempo indeterminado

 

 

 

3.O que é que isto quer dizer?

- Quer dizer que podem ser dispensados sempre que o posto de trabalho termine.

- Por exemplo, uma escola que fecha ou um curso que desaparece.

- A partir de agora ninguém pode sentir-se seguro.

- Os directores têm poderes para distribuir o serviço e todos sabem o que isso pode significar.

- De repente, um professor mais incómodo não cabe nos mapas anuais de pessoal (artigos 5º e 6º da Lei 12-A/2008).

- Se a crise económica se agravar, o ministro das finanças e o ministro da educação podem muito bem querer "desfazer-se" de uns milhares de professores com o sólido argumento do combate à crise. E podem enviar esses professores para a mobilidade especial (alínea 8 do artigo 6º da Lei 12-/2008). E o professor, que dantes era do quadro de escola ou agrupamento, vê-se, de súbito, em casa com um corte de 30 ou 40% do vencimento.

 

4. A Lei 12-A/2008  refere que, entre as condições necessárias para a cessação do vínculo (vulgo, despedimento), figuram a extinção do posto de trabalhoindisponibilidade orçamental, integração no regime de mobilidade especial (caso não obtenha nova colocação no prazo de um ano) e inadaptação (o não cumprimento de objectivos, é uma das situações constantes da Lei n.º59/2008 ). 

 

5. E não se diga que os professores com contrato por tempo indeterminado conservam a segurança no trabalho. O ponto 3 do artigo 33º da Lei 12-A/2009 é explícito quanto a isso: "3 - Quando o contrato por tempo indeterminado deva cessar por despedimento colectivo ou por despedimento por extinção do posto de trabalho, a identificação dos trabalhadores relativamente aos quais tal cessação deva produzir efeitos opera-se por aplicação dos procedimentos previstos na lei em caso de reorganização de serviços".

 

6. É por tudo isto que eu digo:

Se houver um só professor que seja a votar no partido que aprovou estas leis é louco, burro ou masoquista.

 

(informação recebida por e-mail, de suma importância para figurar num blog assumidamente contra as medidas psicóticas deste Governo)



publicado por Brama às 12:32
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Domingo, 3 de Maio de 2009
O que vem a ser isto agora !!!

Imitação barata de Miss Galás

 




Li Na - Tibetan Plateau

 

 




Sexta-feira, 24 de Abril de 2009
E esta, saiu de onde?! ...

Confesso que a minha alma está parva. Pensei que a Charice Pempengco fosse um fenómeno quase único e que nada mais me deixasse petrificado depois da sua apresentação nos EUA, no programa da Ellen deGeneres. Agora creio que estas petizes são semeadas numa horta qualquer.

 

De onde é que surgiu esta Jessica Sanchez, da qual nunca tinha ouvido falar?! Alguém me sabe dizer? Fiquei tão aparvalhado que nem sei o que escolher para pôr aqui.

 

Bem, no primeiro vídeo a criatura tem tão somente 10 anos, ... o resto fica à consideração.

 

 




Quinta-feira, 23 de Abril de 2009
Mais um talento ... Zhang Liang Ying

 


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Quarta-feira, 22 de Abril de 2009
Atrás da Cortina Verde

Hoje chegara mais cedo daquele escritório que já não suportava mais. Estava farta daquele ambiente artificial, de toda a etiqueta no trato e na indumentária, da quantidade de documentos de extrema responsabilidade, a que tinha de dar resposta e despacho diariamente e das víboras das suas coleguinhas que todos os dias a cumprimentavam com os seus sorrisinhos cínicos, quando ela sabia que a invejavam por todos os motivos. Invejavam a sua beleza, porque tinha consciência dos seus evidentes atributos físicos, invejavam o lugar de destaque que ocupava na empresa, certamente supondo que o teria conseguido à custa de dormir com o director. Esqueciam-se no entanto que, nos últimos cinco anos, tinha sido ela a principal responsável pelo sucesso da empresa e pela sua elevada taxa de produtividade. Sem ela, a empresa não teria sobrevivido face a tanta concorrência. Subestimariam certamente as suas capacidades, cegas que ficavam quando todas as manhãs a viam entrar bombasticamente no departamento de Gestão. Odiava os seus cumprimentos matinais exagerados, quando percebia que a estudavam invejosas, da ponta dos seus fulgurantes cabelos negros até ao limite dos saltos de agulha. Eram umas cabras dumas cínicas e porém, não se tocavam quando lhes devolvia o cumprimento secamente e sem mais delongas.

Tinha entrado no seu jardim, já há muito tempo repleto de ervas daninhas ... perdera a paciência para o cuidar impreterivelmente todos os fins-de-semana e aparar toda aquela relva que o circundava. Apenas continuava a ter cuidado em cortar as pontas da hera que se esgueirava pelo portal acima. Entrara em casa, subira as escadas, entrara no seu quarto, descalçara os fatídicos saltos de agulha e esticara-se um pouco na cama. Inspirou profundamente, esticou os pés doridos e rapidamente se perdeu em pensamentos, fazendo um balanço da sua vida. Percebeu como estava a viver uma vida errada, aquela não era a sua vida, a vida por que tinha ambicionado desde pequena. Desde que se lembra, que sonhara em ser designer de interiores ou jornalista, porém e apesar de ser uma excelente profissional naquilo que fazia, não se sentia realizada atrás de uma secretária a assinar documentos, preencher formulários e tabelas, preparar orçamentos, ... todo um trabalho estéril, estúpido e repetitivo, num ambiente ainda mais estupidificante, artificial, desinteressante e pleno de relações de interesse. Tinha-se imaginado ao lado de um homem culto, instruído e charmoso e com dois ou três filhos lindos que correriam para ela, para a abraçar e beijar quando entrasse em casa, ao fim de um cansativo dia de trabalho. No entanto, só encontrara homens estúpidos e ignorantes que a admiravam mais pelos seus fogosos e voluptuosos seios e pelas suas salivantes e firmes nádegas de marfim, do que pela sua inteligência e, quando entrava em casa, depois de um dia de trabalho, apenas era abraçada pelo esmagador silêncio e pelo peso da solidão. De que lhe valera tanta beleza, que ainda permanecia quase plena apesar dos seus 42 anos, se só atraía homens brutos e mal casados sedentos por experimentar aquilo que improvavelmente teriam em casa e a suas cínicas coleguinhas que, com 25 e 30 anos, só conseguiriam enfiar as suas calças justas e apertadas, no pescoço ... se elas sequer supusessem como ela se sentia uma mulher frustrada e incompleta, talvez a começassem a ver com outros olhos. Mas não, era melhor assim, continuariam a vê-la entrar no escritório para cumprir as suas funções sem mácula e sempre de cabeça erguida ... claro que as suas coleguinhas não poderiam jamais percepcionar a sua tristeza, seria um regozijo para elas. Deixariam de sentir inveja para nutrir alguma pena e ela era demasiado orgulhosa para lhes dar esse gostinho e no final de contas, só se sente inveja de quem se admira de alguma forma. Apesar de as odiar de morte, a sua inveja ainda era o alimento que a mantinha de pé um dia depois do outro e ela precisava desse alimento, quase mais do que a própria vida. Perdida nestes pensamentos, apercebeu-se de um som de crianças rindo e gritando, vindo do exterior. Levantou-se de sobressalto e aproximou-se da janela do quarto. Desviou discretamente a cortina verde e rapidamente se apercebeu que se tratava dos filhos dos vizinhos da casa ao lado. Brincavam no jardim alegremente, tentando molhar-se um ao outro com a mangueira e rindo de satisfação, enquanto o pai, aquele homem corpulento e que a cumprimentava todos os dias educadamente na sua voz calma e grave, podava as trepadeiras e um salgueiro-chorão frondoso, que nos dias mais quentes, refrescava a sua própria casa, pela sombra que lhe proporcionava. Tinha as mangas da camisa arregaçadas, deixando transparecer dois braços tonificados e vigorosos ao mesmo tempo que cortava os ramos com firmeza e a segurança de um homem com convicções próprias. Imaginou aquelas duas mãos grandes e possantes envolvê-la e afagar-lhe os seios e isso deixou-a um pouco excitada e algo ansiosa. Sempre fora ela a controlar os homens, a deixá-los submissos como cordeiros; porém, este perturbava-a completamente, sensação que, para si, era absolutamente nova e algo desconfortável. Desde o primeiro momento em que aquele casal se mudara para ali, que ela se apercebera daquele homem, daquele monumento à masculinidade, exactamente o seu tipo, fisicamente era com toda a certeza e aparentava sê-lo também na personalidade. Mas claro, apesar da proximidade, tinha de ser casado e com filhos e, de homens casados e mal-casados que só lhe queriam saltar em cima, estava ela farta, eram todos iguais. Talvez este não fosse sequer nada do que ela imaginava, poderia ser apenas o seu desejo a nublar-lhe a mente e a racionalidade, talvez fosse só ela e a sua mente a especularem algo absolutamente ilógico ... além do mais, ela é que dominava os homens e estava fora de questão o contrário. Mas para que estaria ela para ali com tanta dedução, se jamais se envolveria com tal pessoa, no fundo não era mais que a voz do seu desejo reprimido a falar mais alto, mas não o desejo simples de ter aquele homem. O que ela desejava mesmo era ter aquela vida, a vida da esposa daquele homem. Quando falou com eles pela primeira vez, apercebeu-se da naturalidade e da simplicidade com que a cumprimentaram, foram e eram sempre muito educados e atenciosos. Reparou também, pela primeira vez, que um homem a cumprimentara como pessoa e não como um naco de carne pronto para ser devorado, sem aquele brilho de caçador e cobridor nos olhos. Isso prendeu-lhe ainda mais a atenção e a curiosidade por ele. Mas ela jamais faria algo que comprometesse aquela agradável relação de vizinhança, diplomática, um pouco formal, mas tão gratificante. A esposa, uma professora de História e Geografia de Portugal do 2ºciclo, não tinha o seu ar fulgurante de mulher fatal, mas era muito bela, tinha um ar cândido e desprotegido. Teria certamente uma idade semelhante à sua, mas com a sua pele de porcelana, de um branco imaculado, com aquelas engraçadas sardas no nariz e um sorriso puro e infantil, parecia uma menininha, daquelas pessoas que parece que nunca envelhecem e que não têm idade. Desde o primeiro momento se mostrou disponível para consigo. Tinha-lhe dito que sempre que precisasse de legumes ou fruta ou outra coisa qualquer, que batesse à sua porta e seria sempre bem recebida. Mas na realidade, se tivesse de pedir algo, seria com toda a certeza o marido ... e isso nunca iria acontecer.

A partir daquele dia, do dia em que percepcionou aqueles braços viris, começou a observá-los a todos com maior frequência. Chegava do trabalho, subia ao quarto e colocava-se atrás da sua cortina verde. Tornou-se quase dependente daquela espécie de voyerismo, algo que ela reprovaria  com toda a certeza nos outros. Viveu a vida daquela família e daquela esposa como se fosse a sua própria vida, como quem assiste a uma novela televisiva e vive toda aquela representação com maior intensidade que os próprios actores. Observava as crianças a brincar no jardim e apetecia-lhe correr para elas e apertá-las maternalmente junto ao  seu peito. Observava o seu vizinho que chegava de pasta, fato e gravata todos os dias, entrava em casa sempre por volta das seis horas da tarde ... passados 15 minutos já ele estava de fato de treino no jardim a participar nas brincadeiras dos filhos ou a tratar de algo, carregando ou martelando umas tábuas, cuidando do jardim, regando ou aparando a relva. Mais tarde chegava a esposa, carregada de duas pastas, uma onde traria o portátil toshiba e outra provavelmente cheia de documentos vários, actas, fichas, tabelas, relatórios, sempre carregada, mas sempre sorridente. Por vezes, sobretudo aos fins-de-semana, observava-a no jardim enquanto os filhos brincavam de modo efusivo ... nessas alturas parecia ausente, por vezes notava-a apática, olhava para os filhos de braços cruzados e algo inexpressiva.

Atrás da cortina verde, observou mês após mês aquela família. O pai sempre bem-disposto, as crianças muito enérgicas e com os seus risos estridentes, a mãe bem-disposta e com um sorriso genuíno por vezes, outras aparentemente ausente. Por vezes não parecia feliz e notara agora que raramente a vira abraçar os filhos. De facto, aquela afável senhora, aquela simpática e amorosa senhora não era muito dada a agarrar os filhos, a participar nas suas brincadeiras e muito menos a acarinhar o marido. Com o tempo dera-se conta que aquela senhora, aquela mãe e esposa era muito mais agradável consigo mesma do que com a sua própria família. Por várias vezes a convidara para tomar café, convites a que se furtava com desculpas várias, vinha cansada do trabalho, tinha dor de cabeça, teria de sair para um jantar, etc, etc ... no fundo, sentia-se comprometida em estar na sua companhia ou em estabelecer maior proximidade, quando na verdade invejava a sua vida e pior, andava a vigiá-la há muito tempo. Como encarariam eles, se um dia resolvesse dizer-lhes que os observava atrás da cortina verde do seu quarto, há tanto tempo? Que pensariam de si?

Um dia de manhã preparava-se para sair de casa quando se apercebe que tem uma carta no chão junto à porta de entrada ... do seu conteúdo, por respeito e como solicitado pelo remetente, nunca chegou a dar conhecimento. A sua vizinha, aquela simpática senhora sem idade, tinha-se despedido desta vida porque na verdade, aquela nunca tinha sido a sua própria vida, a vida que deveria ter sido a sua.

 

Brama

 




Sábado, 18 de Abril de 2009
América ... o poder não mora aí !

Concentremo-nos todos ... concentremo-nos e meditemos um pouco. Relativizemos de uma vez por todas o poder dos States no contexto internacional. O protagonismo desse, até certo ponto e claro está, dependendo do ponto de vista, grande aglomerado de Estados, tem os dias contados. Veja-se o crescimento económico a marcar pontos a Oriente. A Coreia tem as armas, o Japão tem a tecnologia e a massa cinzenta, a China tem a mão-de-obra, ... todos têm elevadíssimos níveis de produtividade, extrema capacidade de organização, enorme potencial de trabalho, de produção e de competitividade ... pronto, quase sempre sacrificando o individual em prol do colectivo.  O gigante dragão vermelho a pouco e pouco acordando do seu sono profundo, pronto para esmagar aqueles que há muito tempo se consideram os reis e senhores do mundo, aqueles que acham que têm de opinar, decidir, pôr e dispor das decisões, do rumo e do futuro de outras nações, aqueles que sem escrúpulos e atacados de um pretensiosismo sem limites, se autodenominam de AMÉRICA, como se em si mesmo, fossem todo um continente. Felizmente que a América é muito mais e muito mais rica. Depois temos a Europa, centro de arte do mundo, centro da criação, um poço de riqueza na arquitectura, na monumentalidade, na música, na pintura, na escultura, na gastronomia. Desiludam-se os que ainda vivem cegos pela cultura estado-unidense, Os EUA não ganham em praticamente nada ... a comida é uma treta (e só para ser diplomático), o cinema não é superior ao europeu (escusam de dizer que é, porque não é), os valores, o que é isso?... quais valores? ... essa palavra não existe num dicionário estado-unidense. Se a China maltrata os seus cidadãos, os EUA não são muito melhores ... muda um pouco é o estilo. Não creio que um controlo da cena mundial pelo Oriente seja uma boa solução, mas confesso que me dá um certo gostinho perceber que os EUA vão a pouco e pouco, perdendo algum protagonismo.

 

Bem e estou-me a afastar do propósito deste post ... o que eu queria mesmo dizer é:

 

"América (ou para precisar melhor, EUA), esquece as Rhiannas, as Britneys e as Nellys ... essa cambada de parvalhonas que se acham cantadeiras ... esquece, não cantam e só desencantam ... se fossem croatas ou senegalesas, ninguém sabia da sua existência."

 

O poder não mora aí ... vem dos Países Baixos e chama-se Anouk.

 

ATENÇÃO: Este é um post assumidamente anti- USA.

 

 

 

 


sinto-me: revoltado
música: Everything & If I Go


Sexta-feira, 17 de Abril de 2009
Não me consigo cansar ...

Esta menina apareceu e desde o primeiro instante percebi que seria, sem qualquer margem de dúvida, um mega-sucesso internacional. Ainda não o é propriamente, mas vai bem lançada e merece-o ser porque de vez em quando há fenómenos assim, cantores que de facto o são. Ela é, não só uma excelente cantora, como tem ainda o dom da versatilidade. A comprová-lo estão estes dois momentos completamente distintos. Bem podem os filipinos ter orgulho nela, afinal o país antes não figurava no mapa do mundo.

 




Quarta-feira, 15 de Abril de 2009
Então digam lá que este país não é uma paródia !!!

As pessoas costumam achar uma certa piada quando me refiro ao facto de que, no caso "Casa Pia", ainda serão as crianças violadas a indemnizar os pedófilos absolvidos. As pessoas acham uma certa piada porque efectivamente tem piada. Mas o que é triste e profundamente lamentável é que, esta ideia não é nada descabida e pode mesmo tornar-se realidade. Pensem bem no número de indivíduos bem relacionados e com status social em Portugal, que se encontram atrás das grades por corrupção, roubo, violação, abuso do poder e outras tantas coisas ... ZERO ou um número simbólico muito perto de zero.

 

A seguinte notícia da página da Sapo é prova de que as minhas deambulações não são assim tão descabidas. Todos já sabemos, é do conhecimento geral, que a Justiça portuguesa não funciona e é tão corrupta quanto os próprios corruptos. O que muita gente não sabe ainda é que, se calhar, convém mesmo nunca se queixar de algum mal que lhe façam, não vá ser você o penalizado e o criminoso no processo.

 

Vejam e delirem com o ponto a que isto chega. Portugal no seu melhor.

 

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1202284

 

 




Segunda-feira, 6 de Abril de 2009
Traffic in ...

Tokyo - Shibuya

London - Piccadilly Circus

Cairo

Bangalore - Downtown

Moscow

Bangkok

And, to finish ...

 

One of the most dangerous intersections in the world 

 

S. Petersburg - Pr. Slavy

 




Uns

Uns, com os olhos postos no passado,

Vêem o que não vêem; outros fitos

Os mesmos olhos no futuro, vêem

O que não pode ver-se,

Porque tão longe ir pôr o que está perto

A segurança nossa? Este é o dia,

Esta é a hora, este é o momento, isto

É o que somos, e é tudo.

 

Perene flui a interminável hora

Que nos confessa nulos. No mesmo hausto

Em que vivemos, morremos.

Colhe o dia, porque és ele.

 

Ricardo Reis (Fernando Pessoa)




Shibaten performing Didgeridoo

Em Toronto

 

Em Auckland

 

Em Singapura


sinto-me:
música: shibaten - performing didgeridoo


Povo abre os Olhos !!!

 

 

Património: Sacerdote é membro do Conselho económico e social

Padre Melícias tem reforma
de 7.450 euros

O padre Vítor Melícias, ex-alto comissário para Timor-Leste e ex-presidente do Montepio Geral, declarou ao Tribunal Constitucional, como membro do Conselho Económico e Social (CES), um rendimento anual de pensões de 104 301 euros. Em 14 meses, o sacerdote, que prestou um voto de obediência à Ordem dos Franciscanos, tem uma pensão mensal de 7450 euros. O valor desta aposentação resulta, segundo disse ao CM Vítor Melícias, da "remuneração acima da média" auferida em vários cargos.


Correio da manhã - 19.03.2009


AQUI ESTÁ UM VOTO DE POBREZA DE UM FRANCISCANO!

 




Domingo, 5 de Abril de 2009
Ser Deputado em Portugal é BOM !

Mas para que é que ainda insisto em ver a televisão portuguesa!!! Para quê?... só se for para continuar a enervar-me e massacrar o espírito.

 

Os deputados portugueses têm-se comportado muito mal com as faltas. Têm dado uma má imagem da política nacional (ela não era nem é boa, mas estes ajudaram a agravar), têm sido "meninos maus e irresponsáveis". Espero que não se apague da memória dos portugueses que, entre outras razões, muitos deputados têm faltado para ir ver os encontros futebolísticos ... logo, assunto muito mais sério e importante que as decisões políticas nacionais. Em plenários onde era preciso votar matérias de alguma importância (se é que matérias importantes ainda existem neste país fantoche!), faltaram e condicionaram o decurso dos trabalhos. Mas o problema resolveu-se da melhor maneira possível ... à boa maneira portuguesa. Agora podem faltar o que quiserem porque já nem precisam justificar as faltas. É muito mais fácil, prático, cómodo e deixa de haver chatices e contratempos. Afinal essa conversa de justificar faltas só serve mesmo para os outros funcionários públicos, aqueles que não podem fugir a nada e são mesmo obrigados a levar uma vidinha honesta. E depois venham com as medidas de rigor e de exigência para os outros. Esta gente não tem qualquer moral para impôr uma cultura de rigor, seja a quem for, apenas estão salvaguardados pelo posto e pelo poder, mas quer um, quer outro, não dão moral nem ética a ninguém.

 

Se têm dúvidas ... vejam aqui:

 

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1192180

 

 

Não chegava terem reformas vitalícias e todos os demais benefícios, andarem a gozar descaradamente com os portugueses, sim porque aquela gente anda mesmo a gozar o panorama ... agora ainda mais esta regalia. Portugal deve mesmo ser o único país onde compensa ser incumpridor e prevaricador. Se tiveres algum poder neste país, podes fazer o que te apetecer, quanto mais m**** fizeres, mais te conhecem pelos meios de comunicação social, mais famoso ficas e, no fim, ainda és indemnizado por alegadas ofensas pessoais.

 

 

Da minha parte, está decidido, nem sequer vou votar nesta legislativas. Não me interessa quem ganha ou perde, se têm maioria ou deixam de ter. A corja é toda a mesma, comem todos do mesmo prato. Estou mesmo farto deste país.

 

E acho mesmo que a população portuguesa deveria boicotar as próximas eleições.

 (isto é uma sugestão ... não sei se perceberam pela visibilidade que quis dar à frase)

 

 

E anda a Coreia do Norte a desperdiçar mísseis para o espaço. Que tal uma experienciazita na Assembleia da República Portuguesa em sessão de plenário ...

e de preferência, sem faltas (o que agora já vai passar a ser difícil)

 

 

 

O indivíduo abaixo, de seu nome Jaime Gama, foi então um dos responsáveis pela permissão dos deputados poderem a partir de agora, faltar sem justificação.

 

 

Este sketch do Gato Fedorento sobre as faltas dos deputados é o máximo.

(Sim, é verdade ... tive mesmo de desanuviar um pouco porque não vale a pena estar-me a chatear sozinho com esta questão ... ainda se a população portuguesa em massa, acordasse para esta questão e fizesse algo tipo ... uma mega-manifestação contra estes abutres instalados e "tachados").

 


sinto-me: um ódio descontrolado


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