Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

Bom Natal a todos ...

Peço desculpa por ter andado um pouco ausente e nunca mais ter comentado os posts dos blogs dos meus contactos ... às vezes não há tempo e outras vezes pouca paciência e interesses divergentes ou outras motivações. Prometo voltar com maior frequência em breve. Para já deixo, como parece bem, a todos os meus votos de um Bom Natal e de um Próspero Ano Novo (embora a gente saiba que esta visão é um pouco naif ... afinal com este governo será tudo menos próspero).

 

A TODOS UM BOM NATAAAAALLL, A TODOS UM BOM NATAAAAAAL, DESEJO UM BOM NATAL PARA TODOS NÓS !

 

PS: Menos para o Sócrates, a Ministra da Educação, o Bush, a Fátima Felgueiras, a Ana Malhoa, o Tony Carreira, a Maya, o Cláudio Ramos, o Jorge Pedreira e a Pipi das Meias Altas (peço desculpa a incorrecção, retiremos imediatamente a super querida Pipi desta lista de atrocidades ambulatórias)

 

Vá lá, ofereço-vos uns sininhos de Feliz Natal !!!

 

 

Ou então, deixemo-nos de sininhos, reninhas, prendinhas, lacinhos e outras fantasias e tomem mas é o que todos vocês querem realmente no Natal ... umas Mães Natais jeitosas ou uns Pais Natais em condições de tonificação

 

 

 

 


publicado por Brama às 02:08
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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

Êxitos de 1983

 

 

Men at Work - Down Under

The Flying Pickets - Only You

Frankie goes to Hollywood - Relax

Herbie Hancock - Rockit

David Bowie - Let's Dance

música: êxitos de 1983

publicado por Brama às 16:33
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Êxitos de 1982

 

Joan Jett - I love Rock & Roll

Survivor - Eye of the Tiger

Culture Club - Do you really want to hurt me

Irene Cara - Fame

Trio - Da Da Da

música: êxitos de 1982

publicado por Brama às 16:05
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Domingo, 14 de Dezembro de 2008

Êxitos de 1981

Aneka - Japanese Boy

Roxy Music - Jealous Guy

Soft Cell - Tainted Love

Queen & David Bowie - Under Pressure

Grace Jones - Pull Up to the Bumper

música: êxitos de 1981

publicado por Brama às 23:18
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Êxitos de 1980

Blondie - Call Me

Visage - Fade to Grey

OMD - Enola Gay

 

Martha & The Muffins - Echo Beach

Spandau Ballet - To cut a long story short

música: êxitos de 1980

publicado por Brama às 22:37
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Amália, o Filme

O filme de Carlos Coelho da Silva, com Sandra Barata Belo no papel principal, foi visto por cerca de 50 000 espectadores só na primeira semana e poderá tornar-se no maio destaque cinematográfico produzido em Portugal. Fui ver ontem e sem me perder em grandes considerações, gostei bastante. O filme retrata o essencial da vida artística e amorosa da maior fadista portuguesa e superou as minhas expectativas que, nunca são muito boas relativamente às produções cinematográficas nacionais.

 

 


publicado por Brama às 20:46
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Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008

Faz-de-Conta ...

- Faz-de-conta que os nossos governantes estão empenhados em ultrapassar a má situação económica nacional;

 

- Faz-de-conta que os sucessivos governos se têm preocupado com os pobres, desprotegidos, incapacitados, reformados, doentes e todos os demais, de alguma forma e sempre secundarizados;

 

- Faz-de-conta que os nossos impostos são aplicados naquilo que verdadeiramente interessa à qualidade de vida e a um melhor nível de bem-estar dos cidadãos;

 

- Faz-de-conta que temos pleno direito ao exercício dos nossos direitos democráticos;

 

- Faz-de-conta que, no exercício dos valores da democracia, os cidadãos são chamados a pronunciar-se sobre a condução de verbas (dos seus impostos) para o planeamento e para a satisfação das suas verdadeiras necessidades e ambições;

 

- Faz-de-conta que, neste país, as pessoas obtêm um emprego sobretudo à luz do seu mérito e empenho pessoais;

 

- Faz-de-conta que, em Portugal, somos todos tratados de igual forma, independentemente do sexo, etnia, orientação sexual, idade, ... e como tal, beneficiamos todos dos mesmíssimos direitos civis;

 

- Faz-de-conta que acabamos, tarde ou cedo, por ver reconhecido o nosso esforço e dedicação e seremos premiados pelo nosso real valor enquanto pessoas e profissionais, em detrimento do compadrio, do favorecimento pela conduta partidária e dos tachos;

 

- Faz-de-conta que o sistema de justiça funciona e é igual para todos;

 

- Faz-de-conta que, em Portugal, criminosos com dinheiro, poder e "boas" influências, são mesmo condenados e consequentemente, cumprem penas;

 

- Faz-de-conta que, em Portugal, a corrupção não compensa;

 

- Faz-de-conta que o trabalho e dedicação de toda uma vida é, no final, compensado com uma boa reforma;

 

- Faz-de-conta que existe sistema de saúde em Portugal e que, como tal, funciona;

 

- Faz-de-conta que os fundos estruturais injectados em Portugal pela União Europeia, durante mais de vinte anos, foram realmente aplicados na melhoria da qualidade de vida da população e na promoção de infraestruturas, equipamentos e mais locais de trabalho;

 

- Faz-de-conta  que as grandes instituições bancárias e grupos económicos são efectivamente penalizados pela má gestão que têm levado a cabo;

 

- Faz-de-conta que em Portugal se fala pouco, se faz muito mais e se melhora substancialmente;

 

- Faz-de-conta que existe Educação em Portugal;

 

- Faz-de-conta que a grande preocupação do Ministério da Educação se prende acima de tudo com a Educação e a Formação dos nossos jovens;

 

- Faz-de-conta que o modelo de avaliação dos professores visa sobretudo a melhoria de práticas profissionais e jamais a criação forçada de um sucesso fictício dos alunos, promotor de muitos e bonitos valores e dados estatísticos pensados em função da maximização do ego e da imagem do governo junto da opinião pública e da OCDE;

 

- Faz-de-conta que a informatização das instituições procurou tornar eficazes e eficientes os processos e o próprio desenvolvimento e tem conduzido à desburocratização nacional;

 

- Faz-de-conta que, em Portugal, os "grandes" com má conduta e instintos corruptos, serão um dia penalizados e os "pequenos" e com boa conduta, serão algum dia beneficiados;

 

- Faz-de-conta que, quem gere este país e tem na mão o poder, tem como objectivo primordial a melhoria da sociedade em geral e a sua harmonização e em segundo lugar, a conquista de títulos e interesses pessoais e formas de autopromoção;

 

- Faz-de-conta que vivemos num país democrático;

 

- Faz-de-conta que vivemos num país que se preocupa com os seus cidadãos;

 

- Faz-de-conta que vivemos num país que respeita os seus cidadãos;

 

- Faz-de-conta que temos todas as razões para nos orgulharmos de viver neste país e sermos dele pertença (afinal somos tão respeitados);

 

- Faz-de-conta que vivemos num país;

 

- Faz-de-conta que isto é um país.

 

                                                                                                                             Brama

 


publicado por Brama às 23:04
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Deseducação e o Modelo de Avaliação

Tenho tentado o mais possível evitar falar e escrever  acerca desta novela mexicana em que se transformou o Ensino e no verdadeiro romance entre, por um lado,  os sindicatos e os professores e por outro, o Ministério da Deseducação. Tenho tentado evitar porque estamos perante a maior palhaçada de todos os tempos e porque isto é tudo tão triste e lamentável que já nem vale a pena tecer grandes considerações. No entanto, recebi este e-mail que, na minha opinião, espelha mais ou menos bem, o que é a aberração deste modelo. Vou expô-lo aqui exactamente como o recebi e, se tiverem paciência, leiam.

 

...

 

Este é um exemplo a seguir!!! Se és coordenador… se és
avaliador..DEMITE-TE!!!! diz NÃO ao modelo de avaliação do M.E.!!!!!

TODOS EM COLECTIVO! EM BLOCO!! EM ONDA!!! Coragem !!!
 
 

Hoje, 10 de Dezembro de 2008, os coordenadores e avaliadores, membros
do Conselho Pedagógico da Escola Secundária de Bocage, em Setúbal,
demitiram-se das suas funções de avaliadores (à excepção de 2). Os
membros da Comissão de Coordenação de Avaliação do Desempenho
demitiram-se todos em bloco. Também, a maioria de todos os professores
avaliadores da escola seguiram o exemplo, subscrevendo o seguinte
documento:
 
 

Divulga.




Exma. Senhora Presidente do Conselho Pedagógico

Caros Conselheiros

Colegas

Depois de reflectir sobre o Modelo de Avaliação proposto pelo Decreto
Regulamentar nº 2/2008, a que todos estamos sujeitos durante este ano
lectivo, cheguei à conclusão de que ele prova ser um modelo, acima de
tudo, inexequível, burocratizado e gerador não da qualidade que se
deseja, mas de inevitáveis conflitos entre pares, não contribuindo
para um melhor funcionamento da Escola, para a sua estabilidade ou
para o sucesso dos alunos, mas sim para a sua descredibilização e
degradação.

Este Modelo de Avaliação, penalizador para todos os seus
intervenientes, também não foi criado, na minha opinião, com o
objectivo de melhorar as práticas docentes, mas para influenciar o
resultado escolar dos alunos: o docente é directamente
responsabilizado pelo sucesso ou insucesso dos alunos e da Escola
quando, de facto, as avaliações são apenas propostas em Conselho de
Turma, órgão que decide a avaliação final de cada aluno.

Outro dos objectivos deste Modelo é o de preencher ou esvaziar
lugares, em quotas previamente estabelecidas, no que respeita a
classificações mais elevadas, servindo interesses economicistas. O
regime de quotas impõe uma manipulação dos resultados da avaliação,
gerando nas escolas situações de injustiça e parcialidade, devido aos
"acertos" impostos pela existência de percentagens máximas para
atribuição das menções qualitativas de Excelente e Muito Bom,
estipuladas pelo Despacho n.º 20131/2008, e que reflectem claramente o
objectivo economicista de um Modelo não formativo, mas classificativo
e limitador da progressão na carreira. E como serão atribuídos os
Muito Bons e Excelentes quando o Modelo não é equitativo e não tem em
consideração as diferentes variantes e variáveis a que o docente está
sujeito em cada ano lectivo? De acordo com a legislação sobre matéria
de concursos que se prepara para ser implementada, os professores em
situações futuras de concurso poderão vir a ser prejudicados, visto
que a referida legislação pretende adulterar a graduação profissional
dos professores através da introdução desta nova variável, a
classificação obtida na avaliação de desempenho.

Sendo um Modelo complexo, complicado e confuso que rouba cada vez mais
tempo à preparação efectiva do meu trabalho lectivo, à reflexão
necessária à ponderação de tantos aspectos que não são "contáveis" nem
"contabilizáveis" na relação pedagógica com os alunos, são várias as
questões que se me colocam, que o tornam injusto e impraticável, não
valorizando, mas penalizando, de facto, o trabalho dos docentes.

Estou plenamente de acordo com a necessidade da avaliação do
desempenho e considero de grande importância que esta questão seja
debatida, a nível nacional, por todos os seus intervenientes, na busca
de um Modelo justo e amplamente discutido e aceite pelos docentes,
utilizando documentos iguais para todos os docentes, de todas as
escola do país; e não, como no actual processo, em que cada escola
elabora os seus documentos, uns mais facilitadores, outros menos.

Não posso concordar que a avaliação de desempenho e a progressão na
carreira dos docentes sejam baseadas em itens que os ultrapassam, como
o abandono escolar (directamente ligado ao background sócio-económico
e familiar do aluno), o sucesso alcançado (sem ter em consideração que
cada aluno e turma têm as suas especificidades) e a avaliação final
dos alunos (da responsabilidade do Conselho de turma e não do docente
em si).

Não concordo que as recomendações do Conselho Científico para a
Avaliação de Professores não sejam respeitadas pelos órgãos dirigentes
do Ministério da Educação, continuando estes na sua linha autista de
desprezo pelas recomendações desse órgão por ele nomeado, mas que por
ele não se deixou intimidar.

Não concordo, ainda, com o tipo de avaliação preconizada, isto é,
entre pares. Qualquer especialista em avaliação aponta, como princípio
básico, que NUNCA a avaliação deve ser efectuada por pares, pois é
geradora de conflitos e de mal-estar entre colegas, de uma carga maior
de parcialidade, podendo criar desigualdades e injustiças entre
avaliados:

- a maioria dos avaliadores não recebeu formação adequada para avaliar
os seus pares (e quando essa é oferecida, ela é em manifesta
transgressão das mais elementares regras de prestação de trabalho,
fora do horário de trabalho do docente, sem remuneração
extraordinária); eles, avaliadores, não têm qualquer experiência a
esse nível; eles, avaliadores, não vão ser avaliados, como previsto,
por um inspector; dá-se ainda o caso pouco ortodoxo de alguns
avaliadores poderem ser de grupos disciplinares diferentes dos
avaliados, não ficando garantida a equidade e justiça necessárias a um
processo de avaliação;

- e aqueles casos em que o avaliado tem uma formação académica mais
sólida do que o avaliador, por ter decidido enriquecer-se na sua
prática profissional com estudos pós-licenciatura? Quantos mestres e
doutores irão ser avaliados por colegas licenciados? Pouca ou nenhuma
credibilidade se pode dar a este desconcerto;

- a avaliação dos professores vai ser realizada por outros
professores, parte pessoalmente interessada na avaliação dos seus
colegas. Se existem quotas para as classificações mais elevadas, que
garantia de isenção e justiça nos pode merecer a avaliação feita? As
observações de aulas e a apreciação de materiais apresentados não
serão feitas com base na amizade/inimizade pessoal? Quantos "ajustes
de contas" se realizarão ao abrigo deste modelo de avaliação?

Não posso aceitar a quantidade e variedade de reuniões, planos,
relatórios, grelhas, dossiers, portefólios e todo um conjunto de
documentos que burocratizam todo o processo e afastam os professores
da função científico-pedagógica inerente à sua profissão, para além de
lhes aumentar descontroladamente a carga horária que fica muito acima
das trinta e cinco horas semanais de trabalho.

Ponho em questão essa carga horária, não apenas no número de horas
previsto para o trabalho individual, que é manifestamente insuficiente
face à quantidade de tarefas que se exige, desde a planificação à
elaboração e correcção de todo o tipo de testes, à reformulação do
trabalho, mas também às horas previstas para os avaliadores
planificarem, acompanharem, observarem, reflectirem, avaliarem e
serem, ainda, coordenadores de Departamento, Directores de Turma,
Membros da Comissão de Avaliação, participarem no Conselho Pedagógico
ou noutras comissões, para além de serem, também, docentes das suas
turmas, com todo o trabalho a isso inerente. E que dizer do facto da
delegação de competências estar agora dependente da publicação do
orçamento de estado…? Ainda por cima com efeitos retroactivos. Mas que
país temos nós, se já o legislador pode ultrapassar os princípios mais
sagrados do Direito e da Democracia?

E que dizer de todos os outros atropelos ao Código do Procedimento
Administrativo, a que este modelo de avaliação conduz?

Por exemplo a avaliação do docente estar dependente, em parte, da
melhoria dos resultados dos alunos, não garantindo a imparcialidade na
intervenção em procedimento administrativo, conforme está definido nas
alíneas c) e d) do artigo 44º, do CPA, podendo conduzir a que a
avaliação sumativa final dos alunos seja considerada um acto nulo,
conforme o disposto no artigo 133º do CPA.

Estas e muitas outras questões, que estão subjacentes a este Modelo,
levam a que eu esteja solidário e concordante com vários milhares de
professores deste país num sentimento comum de desagrado e total
discordância deste modelo de avaliação, decidindo comunicar ao
Conselho Pedagógico:

1 – A firme posição de me desligar de todas as actividades
relacionadas com a avaliação, nomeadamente a demissão de membro da
Comissão de Coordenação da Avaliação de Desempenho;

2 – A declaração de que não aceito qualquer actividade relacionada com
esta Avaliação de Desempenho, dentro dos actuais moldes.

Solicito, ainda e formalmente, do Conselho Pedagógico:

1 – uma tomada pública de posição contra este Modelo de Avaliação
preconizado pelo Decreto Regulamentar nº 2/2008;

2 – que exija ao Ministério da Educação a suspensão imediata de toda e
qualquer iniciativa relacionada com a avaliação preconizada por este
modelo, enquanto todas as limitações, arbitrariedades, incoerências e
injustiças que enfermam o referido modelo de avaliação não forem
clarificadas e corrigidas por parte do ME, ainda que, no presente ano
lectivo, o modelo se encontre, apenas, em regime de experimentação,
por não lhe reconhecer qualquer efeito positivo sobre a qualidade da
educação e do desempenho profissional dos seus agentes;

3 – que se cumpra rigorosamente o horário de trabalho fixado por lei,
respeitando também escrupulosamente, as suas diferentes componentes;

4 – a ampla divulgação desta posição a favor da Suspensão da aplicação
deste Modelo de Avaliação.



Escola Secundária de Bocage, em Setúbal, 10 de Dezembro de 2008




Professor do Quadro de Nomeação Definitiva


publicado por Brama às 22:54
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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

Aria

Aria de Gianna Nannini foi a música escolhida pelas nossas colegas Francesca e Anna para fazerem a sua apresentação de powerpoint dos principais monumentos e lugares históricos da região de Colle di Val d'Elsa na Toscana.


publicado por Brama às 14:28
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Sábado, 6 de Dezembro de 2008

Balanço 1ºEncontro Comenius

Foi uma semana muito interessante, produtiva e agradável. Foi muito bom voltar àquela mega-cidade. Foi muito bom conhecer tantos colegas de escolas e países tão diferentes do nosso e com experiências tão distintas para partilhar. Foi interessante conhecer de um momento para o outro, um grupo tão grande e diversificado, tão longe de casa. Foi estimulante estabelecer comunicação com tantas pessoas. Foi muito interessante conhecer, por dentro, duas escolas londrinas (uma do 1ºciclo e outra secundária). Na memória ficaram-me os sorrisos, o entusiasmo, o olhar vivo e expressivo, a disciplina e correcção e a educação das crianças da Yardley Primary School, a boa disposição, simpatia, disponibilidade e extrema organização do nosso grupo de colegas anfitrião, a explosão de cores e de manifestações artísticas daquela acolhedora Escola e os agradáveis momentos de convívio com alguns dos colegas de outros países.

 

 

 

Algumas Informações interessantes:

 

- Na generalidade das escolas inglesas, os alunos vestem uniforme (no caso da Yardley Primary School é verde escuro e preto) para, entre outras razões, serem mais facilmente identificados (caso haja o desaparecimento de algum aluno durante por ex. uma visita de estudo) ou até minimizar/esbater as desigualdades sociais entre os alunos;

- Cada professor tem um assistente. Isto é, o professor pode ser professor porque tem um assistente que lhe trata de outras questões (ex. burocracias, requisição e organização de material nas salas, ...);

- Os alunos (com 6, 7, 8 e 9 anos de idade), levantam a mão para colocar questões na aula, respeitam a vez dos colegas e ouvem atenta e silenciosamente a resposta;

- Os alunos (com 6, 7, 8 e 9 anos de idade) não se deslocam pelos corredores da Escola a correr, a gritar e a atropelarem-se uns aos outros e PASMEM-SE ... quando se cruzam com qualquer professor (inclusive nós,  a quem não conheciam), cumprimentam-nos cordialmente e por vezes, chegam a apresentar-se e a dar-nos as boas-vindas;

- Agora a maior curiosidade de todas: ESTAS CRIANÇAS CONSEGUEM SER SIMULTANEAMENTE EDUCADAS, CUMPRIDORAS, DISCIPLINADAS E ... ESTRANHAMENTE NÃO TRAUMATIZADAS E ATÉ DESCONTRAÍDAS (será que só em Portugal é que a educação e a disciplina traumatizam as criancinhas?!).

 

Claro que o estado do tempo na capital inglesa é quase sempre aquele. Choveu, choveu e choveu ... uma chuva miudinhas e constante. Mas também é verdade que Londres sem nebulosidade e chuva perde metade da graça. Londres quer-se com chuva. Não consegui melhorar da minha constipação e a coisa agravou quando cheguei. Por outro lado a localização do nosso Hotel (no coração da Epping Forest - Chingford), isto é, numa área ainda mais húmida do que a extrema humidade habitual, também não ajudou mesmo nada.

 

Mas, para primeiro encontro de um projecto europeu, definitivamente nada mais acertado que Londres como local eleito, o centro europeu da diversidade e da fusão de culturas. Claro que nos ríamos muito quando alguém (apercebendo-se de que éramos um grupo em viagem), nos questionava de onde provinhamos. Olhávamos uns para os outros e não sabíamos muito bem por que nação começar.

 

Agora é esperar pelo próximo encontro ...

 

 Queen Elizabeth's Hunting Lodge - Chingford

 

 

Chingford Secondary School

 

 

Waltham Abbey Church

 

                                                                                                                                             Brama


publicado por Brama às 15:03
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Excede !

E também o Billie Jean (para quando o reportório pessoal para este torpedo?!)

 


publicado por Brama às 00:53
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First I was afraid ... mas SOBREVIVI

Já voltei há quase uma semana, entretanto adoeci (especificação: horrível gripe, com flutuações febris diversas, impossibilidade de respirar, tremores constantes, alterações gastro-intestinais, nariz entupido, tosse seca constante, terríveis dores de garganta e na caixa toráxica, dores físicas em todo o corpo, arrepios, ausência de apetite, mau-estar generalizado ... graças à nebulosidade constante, chuva miudinha sistemática, variações frio/calor e elevadíssima humidade relativa da Epping Forest) mas, como não poderia deixar de ser, a minha teimosia (e alguns adereços químicos), combateram a ínfame virose e cá estou vivinho, embora ainda não totalmente recuperado.

Esta entra directamente para o ranking das minhas piores gripes, senão a pior mesmo.

 

música: I Will Survive

publicado por Brama às 00:11
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