Domingo, 16 de Março de 2008

Ellen Page

Esta jovem actriz canadiana, nascida em 1987,  começou a representar aos dez anos, quando foi seleccionada para o papel principal de uma série televisiva "O Pequeno Pónei". O seu sucesso nesta série marcou o início da sua carreira que parece vir sistematicamente a ganhar pontos. Além de Juno, só me lembro de a ver em Hard Candy, onde tem um papel extraordinariamente notável. Eu acho que ela tem algo especial.

 

Hard Candy (com música da Bjork)
Juno Opening credits
 
 

 

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publicado por Brama às 15:45
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There Will Be Blood

O merecido Oscarizado Daniel Day-Lewis por uma interpretação absolutamente perturbadora. Um filme com uma mensagem poderosa mas que, acima de tudo, ganha pela interpretação do actor principal.

 

Salvation Scene
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publicado por Brama às 15:30
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Sábado, 1 de Março de 2008

No Country for Old Men

 

 

Ontem, após passeio de barco pela Ilha Formosa em Faro com direito a sessão fotográfica das espécies de aves que aí nidificam, entre as quais os elegantérrimos róseos flamingos, considerei por bem ir ver o filme galardoado com o óscar de melhor filme "No Country for Old Men", de Ethan e Joel Coen. Apesar do esforço titânico em manter-me acordado, as noites mal dormidas com uma média de 4 a 5 horas agravado de incidência solar directa na moleirinha toda uma tarde, triunfaram e na segunda parte do filme ... pouco vi. Estava a gostar, confesso que sim, sobretudo do desempenho de Javier Bardem. É certo que não vi tudo mas os amigos que me acompanhavam não pareceram sobremaneira entusiasmados. Como não vi atentamente a segunda parte, não posso pronunciar-me porque por vezes um simples diálogo pode revelar toda a essência. No entanto, pela atitude geral, fiquei com a impressão de que pairou uma certa desilusão com o oscarizado filme.

 

 

 

Qual a vossa opinião?

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Sábado, 16 de Fevereiro de 2008

Não Aconselho Vivamente ...

 

Olhando para este cartaz ainda fiquei, erradamente, com a ideia de que poderia ser um filme do género Matrix ... não, nada disso. Este cartaz ilude bem. Também não teria sido a minha escolha se tivesse ido ver o filme sozinho. De qualquer forma, como fui acompanhado de um amigo, deixei-me levar pela escolha alheia e eis que sou brindado com esta péssima orquestração de mau gosto. Nos tempos que correm e com o nível de qualidade que é suposto exigir a uma qualquer película, seja qual for o género em causa, posso afirmar com alguma segurança que este é um dois piores filmes que já me foi dado visionar numa sala de cinema. Sem exagero ... É PÉSSIMO! Não aconselho mesmo nada ... bem, de qualquer modo um dos diálogos finais conseguiu fazer-me rir, tal o despropositado mau gosto. Um filme sobremaneira chato e de qualidade nula.

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publicado por Brama às 01:32
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Sábado, 26 de Janeiro de 2008

Le Scaphandre et le Papillon

Filme francês de Julian Schnabel, baseado no romance de Jean-Dominique Bauby, relata o drama deste, editor da Elle francesa, que aos 43 anos e no auge da sua carreira profissional sofre um AVC que lhe paralisou o corpo inteiro, à excepção do seu olho direito e da sua mente. O seu olho direito passa a ser a partir de então, o único meio de comunicação com o mundo exterior e com as pessoas e será assim que ele consegue, letra a letra, palavra a palavra, descrever detalhadamente as suas angústias, o seus sonhos, os seus sentimentos. Acaba por publicar um livro autobiográfico com uma mensagem de forte esperança.

 

Há no meu entendimento, uma mensagem poderosa neste filme, a ideia de que apesar do estado crítico, praticamente vegetal em que Jean-Dominique se encontra, sente-se livre a partir do momento que pode utilizar a sua memória (permitindo-lhe uma revisitação permanente ao passado, tornando-se quase tangível), em que lhe é possível pensar exactamente no que lhe apetece dando azo a toda a sua imaginação e todas as suas fantasias. É um filme absolutamente tocante, sufocante, em que, ao longo de praticamente todo o seu tempo de duração, as filmagens são efectuadas na óptica do próprio Jean-Dominique (actor Mathieu Amalric), da sua visão e percepção do mundo envolvente. Desta forma é possível ao espectador criar uma maior empatia com a dificuldade que é, para alguém naquele estado, poder comunicar com o exterior.

 

Julian Schnabel, o realizador, é norte-americano.

 

                                                                                                                                      Brama

 

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publicado por Brama às 20:03
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Sexta-feira, 7 de Dezembro de 2007

Two Days in Paris

Comédia/Drama/Romance da realizadora Julie Delpy, conta-nos a divertida/dramática estadia do casal: Marion, fotógrafa francesa (que é a própria realizadora e argumentista do filme) e Jack, desenhador de interiores americano, em Paris, em casa dos pais de Marion. O casal, que vive em Nova Iorque, passa por momentos algo conturbados no seio da sua relação e decide passar uns dias de viagem em Veneza, o ambiente romanticamente mais apropriado, onde as coisas parecem não ter decorrido da melhor forma, culminando em seguida com dois dias em Paris, à partida a melhor cidade para reacender um romance.

O filme é simultaneamente sempre bem disposto e algo dramático e stressante ao mesmo tempo. As diversas cenas sucedem-se de modo rápido e os hilariantes e frenéticos diálogos dão um toque especial de humor sistemático ao filme, sendo neles mesmos em que se consolida o espírito do filme e a alma das personagens  em evidência.

 

                                                                                                                                           Brama

 

 

 

música: Trilok Gurtu - Rajasthan
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publicado por Brama às 23:06
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Domingo, 18 de Novembro de 2007

The Resident Evil III - The extincton

Filme de Russell Mulchay, terceiro da trilogia (?!) se é que não continua (pelo final estou em crer que continuará), decorre vários anos após os incidentes de Raccoon City, num tempo em que o T-vírus escapou ao controlo da Umbrella corporation e se disseminou por quase todo o planeta. Os poucos sobreviventes vivem tempos muito complicados, em que tentam sobreviver diariamente à catástrofe. Aqui, Alice (Milla Jovovich), junta-se a um grupo de sobreviventes e incentiva-os a atravessar o deserto do Nevada, passando por Las Vegas, local mais próximo para se abastecerem de combustível e tentarem chegar ao Estado do Alaska, um dos últimos redutos humanos que parece livre da contaminação. Destaco a cena dos corvos, que adorei.

 Resident Evil atrai-me por vários aspectos, pelas cores, pela música, pela frieza e claro ... pela Milla Jovovich. Apesar de ter gostado, o meu preferido da saga, continua a ser o segundo - Resident Evil: Apocalipse.

 

                                                                                                                                           Brama

 

 

 

 

 

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publicado por Brama às 16:45
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Domingo, 11 de Novembro de 2007

Frida Khalo - Alcoba Azul

A cena que mais gosto do filme "Frida" de Julie Taymor, de uma belíssima sensualidade. 

 

 

 

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música: Alcoba Azul - Frida soundtrack
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publicado por Brama às 14:13
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Elizabeth - The Golden Age

Na minha opinião, mais que um thriller épico ou histórico,  "Elizabeth - The Golden Age" do realizador indiano Shekhar Kapur, é sobretudo um filme melodramático porque, além dos factos históricos documentados, são sentimentos fortes e reprimidos, amor ardente, traição, ódio, raiva, angústia, revolta, que ali se evidenciam. Mais do que a batalha travada entre a armada espanhola e a inglesa, que marca o início de uma época de ouro e de hegemonia para o império britânico, o séc. XVII, o argumento centra as suas atenções na relação entre Elizabeth, The Virgin Queen e o aventureiro Sir Walter Raleigh. O filme ganha principalmente e mais uma vez pela presença de Cate Blanchet como Rainha, que enobrece até o pior argumento e pela fotografia. Há momentos no filme de incontornável beleza visual.

 

                                                                                                                                  Brama 

 

                                                

Cate Blanchett as Queen Elizabeth I in Universal Pictures' Elizabeth: The Golden AgeCate Blanchett as Queen Elizabeth I in Universal Pictures' Elizabeth: The Golden Age

                                                                                              

música: Alcoba Azul - Frida Khalo soundtrack
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publicado por Brama às 13:40
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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

Taxidermia - Não aconselhável a ninguém

Termo grego que significa "dar forma à pele", é no fundo "a arte de montar ou produzir animais para exibição ou estudo, isto é, a técnica de preservação da forma da pele, planos e tamanhos dos animais" (Hidasi Filho, J., 1976). O mesmo será dizer que tem a ver com a prática de embalsamamento de animais e ... no caso deste filme, também de humanos. Este filme húngaro, do realizador Gyorgy Pálfi, que acabei de ver à meia horinha no cinema, tem uma estética que poderá caracterizar-se com quatro adjectivos transversais: sórdido, nojento, bizarro e grotesco. E para quem acha asquerosos filmes como por exemplo o Delicatessen, há que esclarecer que esse perto deste, é uma ingénua brincadeira de criança. O filme baseia-se em três histórias geracionais, de um avô, um pai e um neto, ligadas de alguma forma entre si. O avô é um sombrio assistente hospitalar durante a Segunda Guerra Mundial; o pai procura sucesso (na era pós-soviética), como atleta de alto nível; o neto é um taxidermista submisso, de franzina e desagradável aparência, que tem uma ânsia pela imortalidade. Algumas das cenas são merecedoras de um prémio de honra por seguramente serem das mais nojentas da história do Cinema: a matança do porco, os momentos de delicioso delírio dos concursos de devoração de quilos e quilos de comida ... e as cenas finais que não consegui acompanhar na íntegra por me terem revolvido indelevelmente as entranhas. No final do filme, comentei naturalmente com o porteiro "este filme é uma verdadeira prova de resistência humana", ao que respondeu " e de apetite".

Por falar em apetite, se alguém tiver intenção de ver este filme, jamais o faça após agradável e composta refeição.

 

                                                                                                                           Brama

 

 

 

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Domingo, 28 de Outubro de 2007

O Reino

Após tanto tempo sem ir ao cinema, fui ver este filme de Peter Berg e a avaliação final foi positiva. É mais um dos muitos filmes a retratar questões bélicas e políticas, os antagonismos ocidente-oriente nos valores, princípios religiosos, conceito da própria vida, interesses político-económicos e estratégicos. Riade, capital da Arábia-Saudita é palco principal do desenrolar dos acontecimentos, iniciados por um conjunto de incidentes terroristas numa zona residencial americana na cidade. O argumento é relativamente simples, embora o filme ganhe por retratar factos verídicos, pela excelente fotografia e som, pela realidade das cenas de violência mais fortes, embora algumas com contornos de algum exagero, próprio do cinema americano. Algumas cenas do filme são algo angustiantes, fazem-nos supor o horror que será viver sob um instável ninho de pólvora, de frequentes ataques terroristas ...

O filme termina com uma mensagem simples nas palavras mas muito forte na significação.

 

                                                                                                                                              Brama

 

 

 

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Segunda-feira, 17 de Setembro de 2007

O Segredo de Brokeback Mountain

A prova de que o nosso estado de espírito, as nossas motivações, ... influenciam e muito, o modo como percepcionamos e sentimos por exemplo um filme, tem muito que se lhe diga. "O Segredo de Brokeback Mountain" é disso um excelente exemplo. Confesso que apesar de o ter considerado um bom filme, na sua generalidade, não exerceu em mim a necessária empatia, pelo contrário, conseguiu aborrecer-me de morte. O simples facto de tratar sempre a temática da homossexualidade como algo triste, escondido, rejeitado, digno de alguma pena e com um fim inevitavelmente infeliz e as relações homossexuais como algo a manter numa conformada ou irremediável obscuridade, foi mais que suficiente para me fazer disparar de irritação o meu, já de si débil, sistema nervoso. Ontem vi o filme na rtp enquanto me dedicava a passar uma pilha de roupa e ... senti o filme de um modo diametralmente oposto. Mesmo o maior homofóbico, vendo o filme com a necessária atenção, dificilmente poderia ficar indiferente à intensidade dos sentimentos ali em jogo e creio que não deixaria de algum modo, de se emocionar. A beleza, a grandiosidade e a densidade do Amor ali em evidência sufoca e o pormenor da orientação sexual das duas personagens, é em si mesmo um singelo pormenor. Os cenários do filme têm incontornável beleza, assim como as interpretações. O final do filme deixa-nos suspensos num estado de infinita amargura e pasma-nos perante a genialidade do realizador Ang Lee. O estado de puro amor expresso e sentido será uma raridade, porém possível. As cenas finais são das mais belas da história do cinema.

 

                                               Brama

 

 
 

 

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Terça-feira, 28 de Agosto de 2007

A Pianista

Vejo neste momento este belíssimo filme de Michael Haneke, com a minha amiga Dora.  Isabelle Huppert interpreta colossalmente bem o papel de Erika Kohut, professora de piano no Conservatório de Piano de Viena. Erika que vive a sua sexualidade de uma forma absolutamente mórbida e doentia, refugia-se num contacto socialmente frio, ausente de afectos e profissionalmente de uma exigência cruel e extrema. O desempenho de Isabelle Hppert é genialmente perturbador e deixa-nos colados ao ecrã do princípio ao fim do filme.
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publicado por Brama às 02:42
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