Quarta-feira, 5 de Março de 2008

Até os Alunos estão do nosso lado !

Definitivamente estou obcecado com estas questões e não consigo de momento canalizar a minha atenção para mais nada.

Hoje, foi a vez dos docentes se manifestarem em Vila Real e Bragança. Desta, até os alunos pareceram apoiar-nos, juntando-se solidariamente à manifestação e mostrando ter uma visão mais correcta e pedagógica desta "aberração avaliativa" do que a incompetente equipa ministerial.

 

"Sra. Ministra de que mais provas precisa para perceber que é uma incompetente?"

Após dois "Prós e Amens", digo, dois "Prós e Contras" seguidos sobre Educação, absolutamente inédito quando a questão Educação sempre pareceu esquecida por parte da comunicação social, ao que consta hoje, houve  lugar a Grande Entrevista com Judite Sousa, em que a convidada foi estranhamente a Ministra da Des(Educação). Parece não cessar a fúria propagandista em favor da senhora e de limpeza da sua imagem junto da opinião pública.Recorre-se a todos os meios: primeiro tenta-se limpar a sua imagem com um segundo Prós e Contras, claramente preparado contra a classe docente; agora Grande Entrevista para do alto da sua soberba austeridade, a nossa querida Lurdecas continuar a tecer as suas barbaridades ... muito bem, é mesmo assim que este país vai em frente ... mas no mau caminho.

O texto que se segue não é meu ... retirei-o algures.

...

 

As associações de estudantes das três escolas secundárias da cidade - Emídio Garcia, Miguel Torga e Abade de Baçal - juntaram-se aos professores, em solidariedade com os protestos contra o novo sistema de avaliação.

«Os professores não podem estar dependentes das nossas notas para terem uma avaliação», considerou Cristiana Ramalhão, presidente da associação de estudantes da Miguel Torga.

Esta jovem pergunta como é que a ministra da Educação vai fazer se a nota de final de ano não coincidir com a dos exames nacionais.

«Vai avaliar os professores pela nossa nota ou pela dos exames?» - questionou. Os estudantes dizem que o problema está a reflectir-se na escola: «Não há uma aula em que não se fale disto», afirmou.

Os contestatários concentraram-se junto à Câmara de Bragança e seguiram em desfile pela cidade até ao Governo Civil.

Entre os manifestantes destacava-se um professor de Artes Visuais, Manuel Trovisco, com um acessório na cabeça e sobre os ombros, feito com grelhas metálicas. «Quero transmitir simbolicamente a mensagem de que os professores estão actualmente presos a um processo burocrático», explicou este docente com 22 anos de serviço.

Já para outro professor Joaquim Salgueiro, esta e as outras manifestações de professores que estão a ocorrer por todo o País são a prova de que estão descontentes com a política do Ministério da Educação.

«Quando a ministra diz que só os sindicatos estão contra, que os professores estão ao seu lado, ao lado das suas políticas, estas manifestações provam que são os professores que estão descontentes com a política do Ministério da Educação», disse.

A manifestação de Bragança foi convocada por mensagens de telemóvel e rapidamente juntou centenas de aderentes, com outro professor e dirigente sindical, Carlos Silvestre, a considerar que «esta união deve servir de exemplo para o futuro» numa região com pouca tradição do movimento sindical.

 


publicado por Brama às 23:26
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Terça-feira, 4 de Março de 2008

Manifestação de Professores em Faro

Acabei agora de chegar a casa ... claro que tinha de lá estar e na frente do pelotão. Foi algo novo para mim pois, é a primeira vez que participo em algo desta natureza já que, sempre fui um pouco avesso a este tipo de manifestação de desagrado com gritaria, assobios, ...

Fui até hoje, porque hoje, não poderia de modo algum ficar impávida e serenamente em casa. A minha necessidade de estrebuchar excedia os limites e apesar de ser a primeira vez que, formalmente me manifestei (tal como muitos colegas com quem entretanto fui conversando, expondo a insustentabilidade geral de todos), rapidamente me habituei às palavras de ordem e vociferei colericamente, qual Diamanda, até ao limite das minhas cordas vocais.

Segundo dados da Agência Lusa, foram cerca de 3000, os professores que saíram à rua e estavam ali presentes no Teatro das Figuras para expôr a sua indignação, protestando contra a incompetente política educativa deste Ministério e Governo. A marcha de indignação, encabeçada por Mário Nogueira, coordenador da FENPROF, que decorreu do referido Teatro até à DRE/Algarve foi, segundo os organizadores, a maior manifestação ocorrida na região nos últimos 20 anos e "a maior de uma classe profissional" na região. Pelo menos parámos o trânsito em algumas das principais artérias de acesso à Cidade durante algum tempo, provocando enormes filas ... já foi bom ... se os professores quiserem conseguem mesmo parar este país. Basta estarem unidos num propósito comum.

Até ao momento nestas faseadas manifestações que têm ocorrido pelo país fora, já foram à rua mais de 40 000 professores, juntando-se a estes mais uns milhares de hoje em Beja e Faro.

Grande, Grande ... será certamente a manifestação de dia 8 em Lisboa; talvez a maior de sempre. Só de Viseu, até ao momento já estão cheios 20 autocarros embora, se pense que até Sábado, poderá haver o dobro, ou seja, 40 autocarros. Se assim for ... será então algo verdadeiramente colossal. Mal posso esperar por dia 8.

 

 
 

 

Não há dúvidas. Se quisermos a União faz mesmo a Força!

 

Hoje, entre outras expressões, um dos meus motes favoritos foi:

 "Avaliação p'ra Ministra da educação"

 

Eu optaria agora por outra:

"Educação p'ra Ministra da Avaliação"


publicado por Brama às 23:17
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Em mim retorce o Ódio

Estou eu em casa vendo o Prós e Contras desta semana, sobre avaliação de professores e a instituição Escola e algumas opiniões deixam- me quase cego de ódio. Sinto um mau estar no peito há alguns dias que não me deixa respirar devidamente; pressuponho que seja o sistema nervoso ... espero que seja mesmo só isso. Há mesmo muita gente que mais valia estar em casa do que apresentar-se num programa como este (que supostamente presta um serviço público), para opinar sobre matérias que desconhece com ar de portentosa sabedoria e dessa forma, moldar indevidamente a opinião do público ouvinte. Por alguma razão ouvem-se vozes de várias facções "cantando de galo" que os preguiçosos dos professores não querem é ser avaliados quando, sempre o foram (para a divulgação desta indevida  informação, bastante tem contribuído a voz do nosso Primeiro-Ministro que não se tem poupado a esforços em denegrir a imagem da classe). Agrava-se o meu mau-estar que me deixou num estado de vigília mais que absoluta.

 Para agudizar tudo, Fátima Campos Ferreira transmitiu duas informações de última hora que, espelham bem as consequências de uma maioria absoluta e do clima de temor e ameaça instalado que, remove qualquer hipótese de opinião pessoal:

1º - O professor que no anterior Prós e Contras sobre Educação se pronunciou sobre a sua experiência profissional, tendo referido que foi coagido ou obrigado por um inspector em não dar níveis inferiores a três, veio agora corrigir a sua intervenção, desmentindo o que havia afirmado fazendo-o derivar de um estado de emoção forte durante o programa. De igual forma o inspector visado por tal comentário desmentiu a afirmação proferida ...

( será preciso qualquer comentário ?! ... creio que não!)

2º - Também a afirmação de Mário Nogueira da Fenprof sobre a obrigatoriedade do Estado pagar as horas de substituição ( apresentada no mesmo Prós e Contras), parece não ser bem assim ...

(pois claro ... já os cordelinhos forma bem movimentados para tratar do assunto e fazer valer quem afinal tem a pasta do poder e da avaliação).

 

Em definitivo este Governo leva a nota mais baixa de sempre da minha existência enquanto cidadão de um país que, mostra claros sinais de retrocesso não apenas económico, social, cultural mas pior, humano. E caminha exactamente no sentido inverso ao do resto da Europa, é um país que definitivamente me envergonha. Se a avaliação vai para a frente ou não, quando e como, não sei, parece-me que ninguém sabe ao certo. Mas uma evidência tenho ... independentemente do rumo que tudo levar e das medidas mais populares que surgirem estrategicamente perto das próximas legislativas, este Governo não terá o meu voto. Espanta-me contudo que, as recentes sondagens continuem a dar uma vitória para o PS com 38% da intenção de voto ... que não é uma maioria absoluta mas, continua a ser uma vitória que não se compreende. Não percebo nem quero perceber ... talvez se chegue à conclusão que não há alternativa governativa mas .... e já se experimentou os partidos mais pequenos? ... será que teremos eternamente de saltitar entre o PS e o PSD? ... ou será isto a clara ilação de que o povo português nutrido de um certo masoquismo, gosta mesmo é de "apanhar" na cabeça? ... será que, numa perspectiva ainda primitiva de conceber o exercício do poder, o povo interpreta o autismo, a cega firmeza, a rude imposição como sinais de uma mais competente e confiável governação? ...

Se assim é ... tenho pena, porque então não me revejo de modo algum nesta postura de conceber as relações de poder e o exercício de estratégia governativa.

Tal como referido no anterior Prós e Contras há um mérito reconhecido a este Governo: tem unido muitos professores como há muito tempo não se via. A provar isso estão por exemplo as inúmeras manifestações de docentes que se têm vindo a observar por todo o território, envolvendo milhares de professores. Amanhã será no Algarve e evidentemente irei lá estar, esperando-se um forte adesão. Sábado será em Lisboa e ... vou lá estar. Segundo informações sindicais, até ao momento estão inscritos para deslocações de autocarro, para cima de 45 000 professores o que é sensivelemente 1/3 dos docentes deste país (rondam os 150 000). Se adicionarmos os que se deslocarão sem estar inscritos (todos os que irão de outros modos e os que, residindo na área de Lisboa, seguramente muitos, não necessitarão de dar o seu nome para deslocação), pressuponho que serão muitos mais. Estes valores mostram bem o estado de desânimo e revolta dos professores que, sinto crescerem diariamente. Agora não se pode mais voltar atrás, com ou sem resultados práticos à posteriori ... esta demonstração de desagrado terá de forçosamente produzir efeitos visíveis.

 

Eu estarei lá.

 

                                                                                                                                         Brama

 


publicado por Brama às 00:03
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Domingo, 2 de Março de 2008

Gothic Lolitas


publicado por Brama às 15:14
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Morning with Radiohead

Do álbum "The Bends"

 

Fake Plastic Trees
A green plastic watering can
For a fake chinese rubber plant
In the fake plastic earth

That she bought from a rubber man
In a town full of rubber plans
To get rid of itself

It wears her out, it wears her out
It wears her out, it wears her out

She lives with a broken man
A cracked polystyrene man
Who just crumbles and burns

He used to do surgery
On girls in the eighties
But gravity always wins

And it wears him out, it wears him out
It wears him out, it wears him out

She looks like the real thing
She tastes like the real thing
My fake plastic love

But I can't help the feeling
I could blow through the ceiling
If I just turn and run

And it wears me out, it wears me out
It wears me out, it wears me out

And if I could be who you wanted
If I could be who you wanted
All the time, all the time
 
Street Spirit (Fade Out)

Rows of houses all bearing down on me
I can feel their blue hands touching me
All these things into position
All these things we'll one day swallow whole
And fade out again and fade out

This machine will not communicate
These thoughts and the strain I am under
Be a world child, form a circle
Before we all go under
And fade out again and fade out again

Cracked eggs, dead birds
Scream as they fight for life
I can feel death, can see it's beady eyes
All these things into position
All these things we'll one day swallow whole
And fade out again and fade out again

Immerse your soul in love
Immerse your soul in love.

música: Fake Plastic Trees & Street Spirit

publicado por Brama às 13:24
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Sábado, 1 de Março de 2008

Kill Bill 5.6.7.8's

These japanese young ladies are fucking awesome ...

Woo Hoo

 

 

I Walk Like Jane Mansfield

 

 

I'm Blue 
Bomb the Twist

publicado por Brama às 13:56
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Kill Bill Kill Bill Kill Bill Kill Bill Kill Bill Kill

 

Quincy Jones (Ironside excerpt) Opening Scene
Santa Esmeralda - Don't Let Me Misunderstood
Meiko Kaji - The Flower of Carnage
 
Green Hornet - Al Hirt
Nancy Sinatra - Bang Bang 

publicado por Brama às 13:05
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No Country for Old Men

 

 

Ontem, após passeio de barco pela Ilha Formosa em Faro com direito a sessão fotográfica das espécies de aves que aí nidificam, entre as quais os elegantérrimos róseos flamingos, considerei por bem ir ver o filme galardoado com o óscar de melhor filme "No Country for Old Men", de Ethan e Joel Coen. Apesar do esforço titânico em manter-me acordado, as noites mal dormidas com uma média de 4 a 5 horas agravado de incidência solar directa na moleirinha toda uma tarde, triunfaram e na segunda parte do filme ... pouco vi. Estava a gostar, confesso que sim, sobretudo do desempenho de Javier Bardem. É certo que não vi tudo mas os amigos que me acompanhavam não pareceram sobremaneira entusiasmados. Como não vi atentamente a segunda parte, não posso pronunciar-me porque por vezes um simples diálogo pode revelar toda a essência. No entanto, pela atitude geral, fiquei com a impressão de que pairou uma certa desilusão com o oscarizado filme.

 

 

 

Qual a vossa opinião?

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publicado por Brama às 12:40
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O clima de Mal-Estar ganha pontos

Temor, desalento, descontentamento, desencanto, tristeza, desconfiança, artificialidade, desnorte, revolta, desmotivação, irritabilidade ... são alguns dos sentimentos que parecem assaltar ultimamente o clima nas escolas e entre os professores. Eu próprio sinto estar a perder a capacidade de sorrir e torna-se cada vez mais pesaroso dirigir-me à Escola, sabendo que, tal como em todas as outras, se prepara a melhor forma de nos "cozinhar", utilizando a injusta, desumana, incompetente, insólita e economicista receita preparada por este Ministério para distinguir os "bons" dos "maus". Numa área tão vasta e complexa como a Educação, não se ponderou os milhares de casos excepcionais em cada aspecto, não se procedeu a uma avaliação do que estava mal no processo avaliativo anterior, fazendo as necessárias reformulações que, é certo que seriam necessárias, muitos o disseram, mas não desta forma. Ao invés, avançou-se com algo completamente novo, que nem será sujeito a um período experimental para aferir devidamente a eficácia na sua utilização. E assim, maltrata-se por igual toda uma classe de gente que dedicou muitos anos da sua vida a uma causa, a de ensinar, manobrando-as apenas como peças num tabuleiro equacionado em função de outros propósitos que não os educacionais.

Desde que integrei este grupo de "professorzecos", para utilizar os termos de quem nos orienta e não parece ter "mãos a medir" na forma de nos atacar, tenho assistido à degradação da profissão quase anualmente. Reformas sucessivas sem conhecimento do terreno, sem ponderação do trabalho previamente feito por outras equipas, sem consultar os principais agentes no processo que, ainda pressuponho serem os professores, sem melhoria real do que parece ser o pilar desta profissão, o acto de ensinar e aprender mas, com uma linha de conduta comum: penalizar o mais possível o trabalho dos professores, retirando-lhes direitos que já haviam conquistado anteriormente, retirando-lhes valor e autoridade no seu exercício profissional e favorecendo cada vez mais o desleixo, desresponsabilização e incumprimento da parte dos discentes.

Criaram-se novas disciplinas e áreas curriculares que, até ao momento ainda se contestam porque continuam a não ser bem recebidas por alunos, pais e professores, uma vez que ocupam tempo, não promovem efectivas aprendizagens, as escolas continuam sem estar preparadas para lhes dar o melhor cumprimento, retiram crédito de horas a outras disciplinas bem mais necessárias, aquelas em que nos formámos; retirou-se horas a várias disciplinas, primeiro sinal de clivagem entre os professores nos vários grupos e departamentos disciplinares, tornando as reuniões de professores em autênticos mercados marroquinos, cada um defendo os melhores argumentos para sustentar o facto da sua disciplina merecer ter mais horas que as restantes; sobrecarregou-se assustadoramente o imenso mar burocrático, inventado "milagrosas metodologias" para transitar alunos mas que, na prática, não contribuiram para a melhoria efectiva das aprendizagens e atrapalharam ainda mais o trabalho dos professores (veja-se a exemplo os fabulosos planos de acompanhamento/recuperação, os PCT's); inventou-se alternativas de escolarização, de que são exemplo os cursos CEF, para escolarizar de alguma forma quem não quer ser escolarizado de forma nenhuma, alimentado ainda mais as estatísticas de sucesso escolar fictício; criaram-se as maravilhosas aulas de acompanhamento para entreter os alunos em momentos de ausência do respectivo professor da disciplina, aulas essas que ainda carecem de aceitação e justificação por parte de docentes e discentes; "congelaram-se" as carreiras dos professores e naturalmente a progressão entre escalões, minorando a capacidade aquisitiva destes e claro está, o seu nível de vida, além do prejuízo profissional propriamente dito; multiplicaram-se as reuniões para tudo e mais alguma coisa chegando ao ponto da sobreposição de duas e três reuniões por impossibilidade horária em ser de outra forma;  arranjou-se forma de transformar os professores em psicólogos, animadores culturais, burocratas, funcionários administrativos, até videntes (veja-se a "desocultação" de competências prevista no processo RVCC), tudo menos professores mesmo. Para culminar um longo processo de desmotivação gradual dos professores, um processo avaliativo sem ponta por onde se lhe pegue.

Apesar de não exercer assim há tanto tempo, só tenho presenciado mudanças penalizadoras das reais práticas educativas. Já observo com um certo saudosismo os anos em que ainda leccionava a minha disciplina com tempo e tranquilidade e em que, apesar de tudo havia tempo para falar na indisciplina dos alunos com a sensação de que algo estava ao nosso alcance fazer e tempo para ponderar.

 

                                                                                                                                              Brama


publicado por Brama às 10:21
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